Solerun Sonoro Wander Wildn...
Solerun Sonoro Wander Wildner no Piperita 20/out Domingo as 17h

Solerun Sonoro Wander Wildner no Piperita 20/out Domingo as 17h

domingo
17:00
O evento acontecerá daqui quase 1 ano em uma domingo. Ver minha agenda neste dia

Piperita Sabores Selecionados

Rua General João Telles, 522, 90035-121 Porto Alegre

Sobre o evento

Show de lançamento da cerveja comemorativa Solerun Wander Ale no Piperita Sabores Selecionados, em Porto Alegre, dia 20/10 as 17 horas, com Wander Wildner acompanhado de Frederico Vittola na bateria, Clauber Scholles no baixo e participação especial de Benjamin Winter.

🍺 a cerveja comemorativa Solerun Wander Ale é uma Specialty Beer, cerveja de alta fermentação, de coloração alaranjada, com características cítricas e florais vindas de uma mistura de lúpulo americano (Ekuanot) com lúpulo inglês (Styrian Golding). Seu aroma remete a flores, terra e pinho, com toque frutado de maracujá, mamão e laranja. Seu amargor é médio baixo, com final bem prolongado do lúpulo, mas o conjunto inteiro equilibrado com o malte, a torna uma cerveja leve, refrescante e fácil de beber.
Abv 5.5%
Ibu 20

www.wanderwildner.com.br

Verbete obrigatório da enciclopédia virtual do rock desde que era cantor dos Replicantes nos anos 80, Wander Wildner estreiou sua carreira solo em 1996 com o célebre album Baladas Sangrentas produzido pelo lendário Tom Capone e agora está lançando seu 12 disco - O MAR VAI MUITO MAIS ALÉM NO MEU OLHAR - e apresenta em seu show um repertório que reúne as novas canções e clássicos de sua carreira.

Roqueiro punk folk capaz de impressionar beberrões de uísque barato que batem o pé em bailões do interior do país ou adeptos de alt-rock que rebolam sua modernidade nas festinhas blasés das capitais. Wander Wildner é um sujeito apaixonado e visceral que vive em conflito e o que faz dele um artista pop é o dom de transformar os próprios conflitos em sons e versos diretos e pungentes. Ele faz música com muita facilidade e, sobretudo, com muito coração. É um sujeito irracional, e isso é um elogio, pois é irracional na hora de fazer arte. É do tipo que se expõe em tudo o que faz, que se define em cada verso. Ou, para facilitar ainda mais as coisas, em cada título.

Pode-se dizer que ele é um garoto solitário, meio-hippie-meio-punk-meio-rajneesh, cuja vida oscila entre anjos ; demônios, mas que ainda acredita em milagres. É do tipo que segue no ritmo da vida, e nada pode descrever com tanta exatidão este roqueiro que gosta de transformar os conflitos em canções simples, feito um legítimo punk. Os shows de Wander são capazes de despertar os mais viscerais e simplórios dos sentimentos, aqueles que autorizam a sair escrevendo clichês, relembrar amores desfeitos ou as memórias da infância, sacar de um lencinho pra secar as lágrimas. E sentir-se bacana com isto tudo.

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