II Mostra Cine (R)existências

Nesta segunda edição da Mostra Cine(R)existências, em parceria com o grupo de pesquisa Corporalidades e o SESC/RS, propomos uma linha de curadoria que perpassa transversalmente existências e lutas heterogêneas. Um entrelaçamento composto por movimentos feministas, negros, transexuais, travestis, transformistas, secundaristas, antipsiquiátricos e de pessoas com deficiência. Com isso, desejamos dar passagem à diálogos potentes, pautados pelas singularidades de cada encontro e afirmar múltiplos modos de existir.

- PROGRAMAÇÃO -

[14 de outubro de 2019]

16h00 -Espero tua (re)volta (Eliza Capai, 2019)

Um retrato do movimento estudantil que ganhou força a partir do ano de 2015 ocupando escolas estaduais por todo brasil. Acompanhando três jovens do movimento e com imagens de arquivo de manifestações desde 2013, o documentário tenta compreender as ocupações e as suas principais pautas a partir do ponto de vista dos estudantes envolvidos.

19h00 - Podados (Huli Balász, 2015)

Joana, uma pequena menina,questiona a sua professora a existência de uma nova cor. A partir da resposta que obtém, a menina se vê motivada a embarcar em uma aventura rumo à descoberta de tal cor.
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Epidemia de Cores (Mário Saretta, 2016)

O documentário narra a rotina dos participantes e coordenadores da Oficina de Criatividade ministrada no Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre. As atividades no local contam com a participação de ex-internos e moradores.

[15 de outubro de 2019]

16h00 - Podados (Huli Balász, 2015)

Joana, uma pequena menina,questiona a sua professora a existência de uma nova cor. A partir da resposta que obtém, a menina se vê motivada a embarcar em uma aventura rumo à descoberta de tal cor.
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Epidemia de Cores (Mário Saretta, 2016)

O documentário narra a rotina dos participantes e coordenadores da Oficina de Criatividade ministrada no Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre. As atividades no local contam com a participação de ex-internos e moradores.

19h00 - Um corpo feminino (Thais Fernandes, 2018)

Quando nomeamos uma coisa, ela perde ou ganha sentido? "Um corpo feminino" propõe um jogo aparentemente simples - pergunta para mulheres de diversas gerações a definição de algo que em teoria as unifica. Parte de um projeto transmídia, o filme é a porta de entrada para uma narrativa que possui muitos pontos de vista e nenhuma resposta certa.
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Lorna Washington: sobrevivendo a supostas perdas
(Rian Córdova; Leonardo Menezes, 2016)

Um retrato aprofundado e uma análise minuciosa e afetiva sobre Lorna Washington, ícone do movimento transformista carioca e estrela dos palcos de boates gays durante as décadas de 80 e 90. Hoje, Lorna continua fazendo alguns shows e performances, mas enfrenta alguns problemas em sua vida e em sua saúde, precisando lidar com algumas perdas. No entanto, o que Lorna não perdeu foi o estilo que caracterizou toda sua história, composto pelo seu rebolado e pela sua determinação.

[16 de outubro de 2019]

16h00 - Corpo Elétrico (Marcelo Caetano, 2017)

Elias trabalha como assistente da estilista Diana em uma confecção de roupa feminina. Ele se apaixona por Filipe, um imigrante africano que trabalha na linha de produção, e começa a organizar festas para ter motivos extras para encontrar o garoto.


19h00 - Patrulla Legal (Mariangeles Palacios, 2011)

Uma pequena “patrulha” percorre as ruas noturnas de Quito - Equador, combatendo o abuso policial contra as trabalhadoras do sexo trans. Nesse movimento também fomentam a criação de associações, a luta por liberdade estética e de identidade. Neste filme, as/os personagens principais, patrulheiros e trabalhadoras sexuais, narram a história do projeto, seus triunfos e adversidades.


[17 de outubro de 2019]

14h00 - Patrulla Legal (Mariangeles Palacios, 2011)

Uma pequena “patrulha” percorre as ruas noturnas de Quito - Equador, combatendo o abuso policial contra as trabalhadoras do sexo trans. Nesse movimento também fomentam a criação de associações, a luta por liberdade estética e de identidade. Neste filme, as/os personagens principais, patrulheiros e trabalhadoras sexuais, narram a história do projeto, seus triunfos e adversidades.

16h00 - Corpo Elétrico (Marcelo Caetano, 2017)
Elias trabalha como assistente da estilista Diana em uma confecção de roupa feminina. Ele se apaixona por Filipe, um imigrante africano que trabalha na linha de produção, e começa a organizar festas para ter motivos extras para encontrar o garoto.

[18 de outubro de 2019]

16h00 - Um corpo feminino (Thais Fernandes, 2018)

Quando nomeamos uma coisa, ela perde ou ganha sentido? "Um corpo feminino" propõe um jogo aparentemente simples - pergunta para mulheres de diversas gerações a definição de algo que em teoria as unifica. Parte de um projeto transmídia, o filme é a porta de entrada para uma narrativa que possui muitos pontos de vista e nenhuma resposta certa.
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Lorna Washington: sobrevivendo a supostas perdas
(Rian Córdova; Leonardo Menezes, 2016)

Um retrato aprofundado e uma análise minuciosa e afetiva sobre Lorna Washington, ícone do movimento transformista carioca e estrela dos palcos de boates gays durante as décadas de 80 e 90. Hoje, Lorna continua fazendo alguns shows e performances, mas enfrenta alguns problemas em sua vida e em sua saúde, precisando lidar com algumas perdas. No entanto, o que Lorna não perdeu foi o estilo que caracterizou toda sua história, composto pelo seu rebolado e pela sua determinação.


19h00 - Espero tua (re)volta (Eliza Capai, 2019) Um retrato do movimento estudantil que ganhou força a partir do ano de 2015 ocupando escolas estaduais por todo brasil. Acompanhando três jovens do movimento e com imagens de arquivo de manifestações desde 2013, o documentário tenta compreender as ocupações e as suas principais pautas a partir do ponto de vista dos estudantes envolvidos.


Curadoria: Gabriela Montezi e Douglas Santos
Produção: Núcleo de Pesquisa Corporalidades (PPGCOM/UFRGS)

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