Entre Lobas - Capítulo 8 | Sapatinhos vermelhos

Entre Lobas - Capítulo 8 | Sapatinhos vermelhos

sábado
18:00
O evento acontecerá daqui 11 meses em uma sábado. Ver minha agenda neste dia

Von Teese Bar

Bento Figueiredo 32, 90035130 Porto Alegre

Sobre o evento

Capítulo 8 | Sapatinhos vermelhos

Entre Lobas: sarau sobre o livro Mulheres que Correm com os Lobos


"A verdade psicológica na história dos sapatinhos vermelhos é a de que a vida expressiva da mulher pode ser sondada, ameaçada, roubada ou seduzida a não ser que ela se mantenha fiel à sua alegria básica e ao seu valor selvagem, ou que os resgate. A história chama a atenção para armadilhas e venenos com os quais nos envolvemos com excessiva facilidade quando estamos sem a proteção da alma selvagem. Sem uma firme participação da natureza selvagem, a mulher definha e cai numa obsessão pelo que a faça se sentir melhor, pelo o que a deixe em paz e por qualquer um que a ame, pelo amor de Deus."


O Entre Lobas ocorre mensalmente desde março, e nele já abordamos:


1) a desconexão com a Mulher Selvagem e a importância da escuta da alma (Introdução);

2) recolher e cantar sobre os ossos como parte da criação e do poder psíquico feminino (La Loba);

3) o processo de iniciação e a ruptura com a ingenuidade, aliado ao conhecimento do predador interno inato e a necessidade de acessar os nossos recursos psíquicos e desenvolvê-los (Barba-azul);

4) como é possível e necessário ampliar o nosso poder intuitivo (Vasalisa);

5) a jornada do parceiro na conquista do coração de uma mulher selvagem e a importância de se reconhecer a natureza dual do ser humano - o self civilizado e o self instintivo (Manawee);

6) quando o coração é um caçador solitário e as manifestações do que a Dra. Clarissa chama de natureza vida-morte-vida (Mulher Esqueleto);

7) similaridade da Mulher Selvagem com o arquétipo do ser incomum e desvalido, o patinho feio. E ainda a relação da resistência e da continuidade com a natureza selvagem (Patinho Feio)

8) o corpo jubiloso/selvagem como um sensor, uma rede de informações, um mensageiro para a psique instintiva. O poder no corpo e não do corpo.


Venha correr com a gente em matilha

O quê: Capítulo 8 | Sapatinhos vermelhos

Quando: 7 de dezembro (sábado)

Horário: 18h às 20h

Quanto: sem taxa de couvert


Sobre o livro

Instigante e apaixonante para umas. Estranho e incômodo para outras. Complexo e provocativo para todas. O livro Mulheres que Correm com os Lobos provoca as mais diversas reações.

Escrito por Clarissa Pinkola Estés, psicanalista junguiana, a obra reúne mitos, histórias e lendas que nos remetem a uma busca incessante pela mulher selvagem. Este arquétipo habita em todas nós e se revela atemporal e independente de qualquer configuração cultural, social, política e econômica forjada ao longo da história da humanidade.


Sobre o Entre Lobas

Motivadas pela necessidade de compartilhar e de ver expandir o potencial feminino dentro de todas as mulheres, te propomos a estar com a gente, em encontros mensais, no formato de sarau abertos ao público. Neles, lançaremos comentários e reflexões sobre essa obra tão fascinante.

Cada encontro tratará de um capítulo e não há necessidade de leitura prévia para participar, nem mesmo ter lido ou conhecer o livro.


As Escutadeiras

Leitoras vorazes da obra e iniciadas em dinâmicas terapêuticas e ritualística de reencontro e conexão com o feminino, somos três mulheres que nos vimos ligadas por um compromisso de partilha, de resgate do senso de comunidade, de escuta e de reintegração saudável e ativa do feminino em todos os seres humanos. Juntas criamos As Escutadeiras, com a perspectiva de criar ações e iniciativas que nutram a liberdade individual de se ser quem se é, aliadas a um propósito social e emancipatório do feminino.


Quem somos

Ro Ashima: Aquariana com Vênus em Sagitário. Gateira. Loba aprendiz de Tarot Astrológico. Escutadeira.


Jana Kalsing: Em busca da mulher selvagem. Escutadeira.


Fabi Miranda: Neta. Filha. Mãe. 5 planetas em Libra. Loba iniciada nas melhores bruxarias. Escutadeira.


Sozinha, às vezes, vamos mais rápido. Juntas, vamos mais longe.

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