Cinema de Animação: Mulheres Fora do Eixo

Cinema de Animação: Mulheres Fora do Eixo

terça
20:00
O evento acontecerá daqui 8 meses em uma terça. Ver minha agenda neste dia

ói Nóis Aqui Traveiz

Rua Santos Dumont, 1186, Porto Alegre

Sobre o evento

Cineclube Terreira da Tribo - Eu Apoio!
Cinema de ANIMAÇÃO: Mulheres Fora do Eixo
Curadoria: Maíra Coelho e Marina Kerber
Data: 10/03, terça-feira
Horário: 20h
Local: Terreira da Tribo - Santos Dumont, 1186. Bairro Floresta. Porto Alegre/RS
Evento Gratuito

Convidamos todos e todas a participarem do CineClube Terreira da Tribo na terça-feira 10 de março às 20h! Será um evento gratuito que faz parte do movimento de não fechamento do espaço do Ói Nóis Aqui Traveiz! Terreira da Tribo - Eu apoio!

Nesta edição serão exibidos 8 curta-metragens de animação feitos por mulheres fora do eixo Rio-São Paulo. Os filmes selecionados mostram a diversidade de técnicas e temáticas das realizadoras. Bora prestigiar esses trabalhos animados! Ao final da sessão haverá um bate-papo sobre os filmes :)

Ordem de exibição:

Òrun Àiyé A Criação do Mundo, 2016, Jamile Coelho e Cintia Maria - 12’00 (BA)

- Só sei que foi assim, 2018, Giovanna Muzzel - 7’7” (RS)

- O Quebra Cabeça de Tarik, 2014, Maria Leite - 19’20” (MG)

- Esqueleto, 2019, Lívia Koeche - 8’34” (RS)

- Solo Anafilático,2011, Marina Kerber - 2’38” (RS)

- Retirantes, 2014, Maíra Coelho - 13’24” (RS)

- A Pequena Vendedora de Fósforos, 2014, Kyoko Yamashita - 9’13” (RS)

- Eu Prefiro Sem Sementes, 2012 , Marina Kerber - 3’36” (RS)


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Sobre a TERREIRA DA TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIZ AQUI TRAVEIZ:
A Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz é hoje um dos principais centros de investigação cênica do país. Foi criada em 1984 no bairro Cidade Baixa em Porto Alegre, RS. Em 1999, por conta da especulação imobiliária, mudou-se para o bairro Navegantes, onde foi constituída a Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo. Em 2009, mais uma vez por conta da especulação imobiliária, trocou de endereço para o bairro São Geraldo, onde permanece até hoje. E é nessa sede que a Terreira da Tribo celebrará seus 35 anos de existência em 2019. Desde o seu surgimento, ocupa lugar de destaque entre os espaços culturais do estado do RS, sendo igualmente apontada como referência também no âmbito nacional. É o espaço físico e telúrico de experimentação cênica, criação independente e autônoma do grupo de teatro Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. O coletivo, por sua vez, há 41 anos compartilha sua pesquisa e investigação na linguagem teatral, aprimorando o trabalho estético sem perder o compromisso ético e a coerência ideológica.

Sobre as CURADORAS:

MAIRA COELHO
Bacharelanda em História da Arte, UFRGS, iniciou sua formação profissional na busca da construção da imagem e do movimento através do teatro de bonecos, do teatro, da dança e das artes visuais tornando-se diretora de arte. Trabalhou como cenógrafa e figurinista em vários grupos de teatro do estado e de Santa Catarina, sendo ganhadora de prêmios estaduais e nacionais, como Açorianos de Dança, Tibicuera, Isnar de Azevedo, Ribeirão Preto, etc. Como diretora de arte de curtas-metragens de ficção e animação, é ganhadora de outros prêmios como: Prêmio Histórias Curtas (RBS, TV); XV Cine Ceará, Prêmio Assembleia Legislativa, Curtas Gaúchos Gramado, José Lewgoy, 2004 e 2005, Troféu Kikito, no Festival Latino Americano de Cinema de Gramado com “Os Olhos do Pianista” em 2006. Fez parte de um grupo de 12 artistas convidados pela 8å Bienal do MERCOSUL 2011, chamado “Duetos” da Casa M, com a parceria de Daniel Galera, escritor, roteirista e tradutor e Marcelo Noah, poeta e radialista. O processo desdobrou em um espetáculo de sombras através de retroprojetores chamado “Leviatã em Sombras”, do qual é diretora. Foi curadora da exposição de ilustração na Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes da UFRGS “A Arte de Narrar”. Foi, também, Diretora de Arte da última versão do programa de televisão para crianças PANDORGA -TVE e TV Brasil, 2014. Atualmente, é diretora e diretora de arte de um curta-metragem em animação com bonecos em live e stop-motion,chamado ”Retirantes”. Este inspirado na obra homônima de Candido Portinari e finalizado em 2014, foi ganhador de 23 prêmios entre Nacionais e Internacionais. Hoje faz parte de um coletivo de dança contemporânea e de artistas mulheres chamado Tônuma e ministra cursos e oficinas com animação de objetos.

MARINA KERBER
Mestra em Meios e Processos Audiovisuais pela Universidade de São Paulo (USP). Bacharela em Comunicação - Realização Audiovisual pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Participou do programa Emerging Leadears in the Americas Program (ELAP) do governo do Canadá para estudar na Concordia University em Montreal como intercâmbio de mestrado. Seu trabalho como artista é explorado através do teatro, do audiovisual e das artes visuais. No teatro, trabalha desde 2008 no Grupo Cerco como atriz, dramaturga e designer gráfica com destaque para o mais recente espetáculo da companhia: Arena Selvagem. No audiovisual predomina seu trabalho com animação, principalmente na relação entre desenho e fotografia. Já participou de festivais internacionais (Upto3/Canadá, Monstra Festival/Portugal entre outros) e nacionais com os curta-metragens “Eu prefiro em sementes”(2012), “Solo Anafilático” (2011), “Recheio de Tinta” (2010), entre outros, tendo recebido prêmios na área. Marina também conduz estudo acadêmico sobre a arte da animação, tendo participado de congressos e eventos na Ásia e nas Américas; e ministra oficinas para iniciantes. Seu trabalho mais recente em animação é a série infantil “Jogos de Inventar”(2019), na qual fez parte da equipe de animadorxs. Apesar de não ter formação acadêmica em Artes Visuais, Marina tem afinidade com desenho e com pintura desde criança. Mais tarde também passou a utilizar a fotografia como arte. Já participou de exposições coletivas com trabalhos em desenho/pintura, vídeo e fotografia.



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