Cine Iberê - Swinguerra de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca
Atualizado em: 10 de novembro de 2019, 05:12

Cine Iberê - Swinguerra de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca

Cine Iberê, dia 10 de novembro, domingo, 17h
* em diálogo com Itinerância 33ª Bienal de São Paulo – Afinidades Afetivas

Swinguerra, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, 23min, 2019, Brasil
* sessão comentada com Gabriela Almeida e Dieison Marconi

Swinguerra apresenta a disputa de grupos de dança da periferia de Recife. O título é inspirado pela swingueira, movimento popular de dança do nordeste brasileiro, em fusão com a palavra guerra.
Representante Oficial do Brasil na Bienal de Veneza de 2019, com curadoria de Gabriel Pérez-Barreiro, o filme foi comissionado pela Fundação Bienal de São Paulo,
Em 2019, além da participação na Bienal de Veneza, o filme foi selecionado para Festival Internacional de Cinema de Locarno e foi o vencedor da Mostra Competitiva Nacional do Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Curta Kinoforum. O filme será exibido pela primeira vez em Porto Alegre.
A obra da dupla Wagner ; de Burca baseia-se nas expressões culturais populares contemporâneas do Brasil e as relações complexas que estabelecem com as tradições internacionais e locais.
Seus curtas-metragens anteriores: Cinema Casino (2013), Desenho Canteiro (2014), Faz que vai (2015) e Estás Vendo Coisas (2017).
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Bárbara Wagner (Brasília, 1980) e Benjamin de Burca (Munique, 1975) vivem no Recife, onde trabalham em parceria desde 2011.
Além de Swinguerra, a Representação Oficial do Brasil na 58ª Bienal de Veneza, a dupla também está em cartaz no Pérez Art Museum (Miami) e no Stedelijk Museum (Amsterdã). Suas exposições recentes incluem individuais em: Fortes D’Aloia ; Gabriel (São Paulo, 2018), Wexner Center for the Arts (Columbus), AGYU (Toronto, 2018), MOCAD (Detroit, 2017). Entre as coletivas, destaque para as participações em: FRONT International (Cleveland, 2018); Corpo a Corpo, IMS (São Paulo, 2017, e Rio de Janeiro, 2018); Berlinale Shorts (Berlim, 2017, 2018 e 2019, quando venceram o prêmio especial do júri); Panorama de Arte Brasileira (São Paulo, 2017 e 2013); Prêmio PIPA, MAM (Rio de Janeiro, 2017), ocasião na qual foram anunciados vencedores do prêmio; Skulptur Projekte (Münster, 2017); Bienal de São Paulo (2016); Histórias da Infância, MASP (São Paulo, 2017); 36. EVA International (Limerick, 2014); Biennale Arts Actuels (Reunião, 2013); Suas obras estão presentes em coleções como: MASP (São Paulo), Pinacoteca de São Paulo (São Paulo), Instituto Moreira Salles (São Paulo, Rio de Janeiro), Kadist Art Foundation (Paris), Museum Het Domein (Sittard, Holanda), PAMM (Miami), CIFO (Miami), entre outras.
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Gabriela Almeida é doutora em Comunicação e Informação pela UFRGS, com estágio na Universidad Autónoma de Barcelona. Integra a rede de pesquisadores e artistas Radical Film Network e a Latin American Studies Association (LASA). Foi proponente e é coordenadora do GP Estéticas, Políticas do corpo e Gêneros da Intercom. Desde 2009 é membro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (Socine) e integrou por quatro anos o Conselho Deliberativo da entidade.
Atualmente é professora e coordenadora do curso de Jornalismo da UniRitter (RS). Como pesquisadora e docente, atua na área de Comunicação e Audiovisual, com ênfase no cinema de não-ficção, nas Estéticas da Comunicação e nas relações entre estéticas e políticas do corpo.
É autora do livro O ensaio fílmico – ou o cinema à deriva, lançado pela editora Alameda em 2018 e de artigos publicados em revistas científicas do Brasil e do exterior.
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Dieison Marconi é doutorando em Comunicação pela UFRGS, com período de doutoramento realizado na Universidade Complutense de Madrid, junto ao Grupo de Pesquisa em Gênero, Estética e Cultura Audiovisual. É Mestre em Comunicação e Bacharel em Comunicação Social (Jornalismo) pela UFSM. Recebeu o prêmio nacional Eduardo Peñuela na categoria de Melhor Dissertação de Mestrado de 2016, oferecido pela Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (Compós). Possui experiência de pesquisa em comunicação, com ênfase em audiovisual, cinema e estudos de gênero. Pesquisador dos temas: estética e política no audiovisual; estudos da performance e da performatividade; cinema brasileiro e cinema queer brasileiro.
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Swinguerra integra o programa de cinema em diálogo com exposição Itinerância 33ª Bienal de São Paulo – Afinidades afetivas, e tem curadoria de Marta Biavaschi.
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Entrada gratuita (por ordem de chegada)
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*Cortesia Fortes D'Aloia e Gabriel, São Paulo e Rio de Janeiro
**Agradecimentos especiais: Bárbara Wagner, Benjamin de Burca, Cacilda Teixeira da Costa, Gabriela Almeida, Dieison Marconi e Fundação Bienal de São Paulo
Classificação indicativa: 14 anos