Ato de Repúdio ao Feminicídio - A Vida Pede Passagem

Ato de Repúdio ao Feminicídio - A Vida Pede Passagem

domingo
16:30
O evento acontecerá daqui 9 meses em uma domingo. Ver minha agenda neste dia

Redenção Parque Farroupilha

Parque Farroupilha, S/N, 90040-480 Porto Alegre

Sobre o evento

Ato de Repúdio ao Feminicídio – A Vida Pede Passagem
#MagóPresente - #nenhumaamenos

Acontece no dia 09 de fevereiro, domingo, com concentração às 16h, no Parque da Redenção

Porto Alegre fará parte das manifestações que estão acontecendo em todo o Brasil contra o feminicídio. O ato organizado por mulheres e artistas de Porto Alegre e região, de forma autônoma e espontânea, é em repúdio à violência de gênero e em memória daquelas que morreram por serem mulheres.

Maria Glória Poltronieri Borges era artista e produtora, dividindo seu tempo entre São Paulo – SP e Maringá – PR, dedicada à pesquisa em dança, improvisação e na educação somática. Formada em Ballet Clássico, em 2011 iniciou sua pesquisa e estudos em Dança Contemporânea, Contato Improvisação e métodos de Educação Somática como Feldenkrais, e Técnica de Alexander. Integrou a Cia Carne Agonizante (SP) com direção de Sandro Borelli (2014 a 2016) e o Núcleo Improvisação em Contato/NIC (SP) com direção de Ricardo Neves (2014 a 2017). Estudou Circo na Associazone ArterEGO (BO-ITA) em 2017 e por meio da Cia Duo Due, iniciou e desenvolveu os trabalhos “Onomatopéias Silenciosas”, a pesquisa e criação do espetáculo “Fragile” junto a Ana Clara Poltronieri sua parceira e irmã. Em 2019 em parceria com a DJ Chá di Lirian o espetáculo “Noite Oceânica, Geral Sentiu”.

Produtora e articuladora cultural, idealizou diversos projetos em benefício da cidade de Maringá, como o ProjecT.aTo – A Dança como Ato, o Ciclo de Vivências em Danças Circulares Sagradas e a Formação Continuada em Dança. É praticante de Capoeira Angola e percussionista desde 2012 da Associação Cultural Capuêra Angola Paraguassú de Mestre Jaime de Mar Grande (BA), além de integrante do Grupo Sambaiá de Samba Raiz (Maringá) desde 2018.

Maria Glória era defensora dos animais e da natureza, dos povos originários, do amor, da generosidade e da abundância. Era um ser altamente espiritualizado. No último dia 25 de janeiro Maria Glória visitou uma cachoeira em meio a uma mata nativa no município de Mandaguari, onde foi brutalmente assassinada.

NENHUMA A MENOS - Ato de Repúdio ao Feminicídio – A vida pede passagem é mais que um ato político e de conscientização que tem em sua essência, informar sobre a luta e a compreensão para reduzir os atos de feminicídio e de violência contra a mulher. É também um ato de celebração à vida, a grande missão de Maria Glória em seus 25 anos de vida, procurando congregar e aglutinar as manifestações de arte, dança e expressão cultural das comunidades do Paraná que fizeram parte de sua da vida e seu trabalho, como a Capoeira, a dança contemporânea, a Poesia, o Contato e Improvisação, a Dança Circular Sagrada, a Arte Circense, o Samba de Roda, o Maracatu e todas as formas de expressão cultural que valorizam as mulheres e as defendem contra a violência e o feminicídio. Magó, presente hoje e sempre.

Em breve divulgação da programação do ato em Porto Alegre.

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