A Nova Classe Trabalhadora e a Atulidade do Marxismo
Atualizado em: 30 de outubro de 2019, 07:06

A Nova Classe Trabalhadora e a Atulidade do Marxismo

A reestruturação do sistema capitalista e do seu modelo de acumulação tem impacto profundo na composição da nova classe trabalhadora. A desconcentração da produção e a ampliação das terceirizações têm causado o crescimento do desemprego estrutural e da precarização dos trabalhadores com o objetivo de restaurar o ciclo reprodutivo do capital.

No Brasil, os dados divulgados pelo IBGE em julho apontam que 41,3% dos trabalhadores (37,8 milhões) trabalham informalmente. Os desempregados chegam a quase 14 milhões, 11,8%. As propostas de reforma trabalhista, ajuste fiscal e reforma da previdência têm como objetivo precarizar ainda mais a vida dos trabalhadores à serviço dos capitalistas.

Essa nova forma de acumulação capitalista pós-fordista levou alguns teóricos a declarar o fim da sociedade do trabalho e da centralidade da categoria trabalho para entender a sociedade contemporânea.

Por isso, é fundamental para aqueles e aquelas que pretendem a superação do sistema de exploração capitalista compreender a nova composição da classe trabalhadora e as novas formas de acumulação do capital.

Entendemos que o marxismo continua sendo a ferramenta teórica indispensável para entender as crises periódicas do capitalismo e das suas formas de exploração e para orientar a práxis revolucionária.

Convidado: Bernardo Corrêa, sociólogo militante do Movimento Esquerda Socialista.

Inscrição gratuita pelo link:

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